Enxoval hospitalar · Hospitais · Clínicas · Casas de repouso
Enxoval hospitalar quedeixa rastro em cada peça
Locação de enxoval higienizado com etiqueta RFID por peça, rouparia com registro de quem retirou o quê e leitura nas saídas do prédio. Cada movimento fica com data, hora, setor e responsável.
Já tem lavanderia contratada? Existe uma oferta só para isso: o sistema do seu lado, para conferir o que o fornecedor reporta, sem trocar de contrato. Ver auditoria de enxoval.
- Processamento em lavanderia parceira licenciada
- Documentação disponível para auditoria
- Um único interlocutor: a PW
- 50+casos de evasãoIdentificados e investigados após a implantação
- 4antenas fixasUma em cada entrada e saída do prédio
- 100%das retiradasRegistradas com setor, profissional, data e hora
- 0sacos abertosA leitura atravessa o saco fechado
Dados de uma implantação em hospital privado de cerca de 100 leitos. Nome preservado por confidencialidade.
O problema
A rouparia é o ponto cego do hospital
O enxoval hospitalar gira mais, circula por mais mãos e some mais rápido — e é justamente onde há menos registro.
Antes
- Enxoval entregue ao profissional sem nenhum registro
- Conjunto privativo sai e não volta — sem como provar quem recebeu
- Peça deixa o prédio pela porta da frente e ninguém percebe
- Rouparia se perde entre setores e andares
- Perda tratada como custo natural do processo
- Prestação de contas apoiada em planilha que qualquer um edita
Depois
- Mesa de leitura registra cada retirada da rouparia
- Data, hora, setor e profissional gravados na saída da peça
- Antenas nas entradas acusam peça saindo sem autorização
- Controle por setor, andar e turno
- Perda com etapa e responsável identificados
- Relatório imutável — registro que sustenta auditoria
Como a leitura entra na sua operação
Quatro pontos de controle
Não é preciso cobrir tudo de uma vez. Começa pelo ponto que mais dói e cresce conforme a operação absorve.

Mesa de leitura na rouparia
Toda entrega de enxoval passa pela mesa. O sistema registra a peça, o setor e o profissional que retirou. Conjunto privativo que sai e não volta deixa de ser mistério.
Antenas nas entradas e saídas
Antenas fixas monitoram peça saindo do prédio sem autorização. Numa implantação em hospital privado de cerca de 100 leitos, quatro antenas de 14 dBic cobriram todas as entradas.
Leitor de mão para inventário
A equipe percorre o andar e fecha o inventário do setor sem parar a operação — útil em rouparia satélite e em troca de plantão.
Controle por setor e por turno
O enxoval é atribuído ao setor que o recebeu. Quando a conta não fecha, você sabe em qual setor e em qual turno.
Como funciona
Do dimensionamento ao relatório
- 1
Dimensionamento por leito
Leitos, setores e ciclo de troca definem a quantidade de cada peça. Enxoval hospitalar gira mais — o cálculo considera isso.
- 2
Etiquetagem por peça
Nome da instituição e chip RFID. A peça passa a ter identidade única e histórico próprio, do primeiro ao último ciclo.
- 3
Mesa na rouparia, antena na saída
A mesa registra a entrega — quem retirou, quando, para qual setor. As antenas nas entradas e saídas acusam peça deixando o prédio.
- 4
Relatório que sustenta auditoria
Cada movimento com data, hora, origem e destino, em registro imutável. Não é planilha que alguém edita depois.
Dúvidas frequentes
O que a gestão hospitalar e a CCIH perguntam
Quem processa o enxoval? A PW tem licença sanitária?
A higienização é feita por lavanderia parceira especializada em enxoval hospitalar, que mantém a documentação e o licenciamento exigidos para o processamento de enxoval hospitalar — disponível para a sua auditoria. A PW responde pelo fornecimento do enxoval, pela rastreabilidade e pelo contrato: você trata com um interlocutor só, e a documentação do processamento vem junto.
Quanto custa?
Depende do número de leitos, dos setores atendidos e do formato de leitura. O caminho é o dimensionamento: levantamos a operação e a proposta sai sob medida.
Como fica o enxoval contaminado?
A leitura é feita com o saco fechado — ninguém abre nem manipula peça suja para contar. O procedimento de segregação da sua CCIH continua exatamente como é hoje; o RFID lê através do saco.
Dá para saber quem ficou com o privativo?
Sim. A mesa de leitura na rouparia registra data, hora, setor e profissional a cada retirada. É o registro que hoje não existe em quase nenhuma rouparia.
A etiqueta resiste ao processo hospitalar?
A etiqueta é feita para o ciclo industrial e acompanha a peça por toda a vida útil. Não tem bateria e não precisa ser trocada.
E a evasão pelas portas do prédio?
É um dos usos mais fortes do sistema na área hospitalar. Com antenas nas entradas e saídas, peça que deixa o prédio fica registrada. Numa implantação hospitalar, mais de 50 casos de evasão foram identificados e investigados.
Precisamos cobrir o hospital inteiro para começar?
Não. Dá para começar pela rouparia e por uma saída crítica. Mesmo parcial, o sistema já mostra em qual etapa a peça sumiu — e isso é o que sustenta a conversa com o responsável.
Quantos leitos e quantos setores?
Com esses dois números a gente dimensiona o enxoval e propõe onde entram a mesa e as antenas.
