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PW LavanderiaLigar agora

O que a PW aluga

Dois catálogos,a mesma rastreabilidade

Hotelaria e área hospitalar usam enxovais completamente diferentes, e a PW fornece os dois. O que não muda é a etiqueta eletrônica em cada peça e a leitura nas duas pontas da operação.

Hotelaria · Apart-hotéis · Pousadas

O kit padrão do quarto

Cinco peças cobrem a operação de hospedagem. A quantidade de cada uma sai do número de unidades e do giro — não de tabela pronta.

  • Lençol

    Solteiro, casal, queen e king — você pede, a gente separa

  • Fronha

    Reposta no mesmo ciclo do lençol

  • Toalha de banho

    O item de maior giro do quarto

  • Toalha de rosto

    Acompanha o banho no kit

  • Toalha de piso

    Fecha o kit padrão do banheiro

Fora do padrão, mediante conversa

Roupão e cobertor podem entrar na locação, com uma garantia mínima de lavagem por mês — são peças de giro baixo, e sem esse piso a conta não fecha para nenhum dos dois lados.

O que fica com o hotel

Cobertura, edredom, protetor de colchão, protetor de travesseiro e saia de cama. Não é limitação da PW: o segmento inteiro trabalha assim, porque são peças que não giram na lavagem.

Hospitais · Clínicas · Casas de repouso

O catálogo hospitalar

Enxoval de saúde tem peça que hotelaria nem conhece, giro maior e exigência sanitária própria. Cor de privativo fora da lista, a gente busca.

  • Lençol de maca

    Atendimento, exame e transporte

  • Lençol de quarto

    Solteiro, para leito de internação

  • Camisola do paciente

    Peça de maior circulação da rouparia

  • Campo cirúrgico

    Fenestrado e duplo, conforme o procedimento

  • Capote cirúrgico

    O avental que a equipe médica veste no centro cirúrgico

  • Cobertor

    Xadrez (guarani / boa-noite) e microfibra

  • Privativo

    Verde, azul, cinza — outras cores sob pedido

Compressa não entra — e isso é norma, não escolha

Compressas não são alugadas nem processadas em lavanderia, por vedação da norma sanitária. Fornecedor que oferece esse serviço está operando fora da regra, e o risco recai sobre a instituição que contrata.

Dois níveis de controle

O papel sai antes do RFID entrar

Dá para alugar enxoval da PW sem etiqueta eletrônica. O RFID custa mais, e nem toda operação precisa dele no primeiro dia — mas ninguém precisa continuar com romaneio de papel.

Nível 1 · Digital

A contagem continua na mão. O papel é que sai.

A equipe conta como sempre contou e registra direto no sistema: tantos lençóis, tantas fronhas, tantas toalhas — e a remessa segue para a lavanderia com guia digital. No hospitalar, dá para rodar só com os pesos, sem leitura peça a peça.

  • Acabam o papel rasurado, a letra ilegível e a via que some
  • Os dois lados enxergam o mesmo número, na mesma hora
  • Sem etiqueta e sem leitor — é o degrau mais barato

Nível 2 · RFID

A contagem deixa de ser trabalho de alguém.

O leitor passa perto e conta o lote fechado em segundos, registrando peça, hora e lugar. É aqui que a divergência ganha prova: dá para dizer em que etapa a peça parou de aparecer.

  • Contagem sem ninguém conferindo peça por peça
  • Histórico por prédio, andar, setor ou unidade
  • Base para o módulo de inventário e para a conta de evasão
Conjunto de hardware RFID: leitor de mão, antenas, impressora de etiquetas e tags
Leitor, antena, impressora e etiquetas entram no contrato — a PW não vende o equipamento e some.

A diferença, em uma linha: o digital resolve o registro; o RFID resolve a contagem. Se contaram errado, o digital guarda o erro com capricho — e é exatamente por isso que a maioria migra depois de ver a primeira divergência que ninguém consegue explicar. Começar por um e subir para o outro é o caminho normal, e o enxoval é o mesmo.

O sistema

O painel é o mesmo, do digital ao RFID

Software próprio, em produção, com dezenas de milhares de peças cadastradas. Não é planilha e não é sistema alugado de terceiro — é produto da casa, e por isso evolui.

Painel do sistema PW RFID com o resumo operacional do dia e os totais do catálogo
O pulso do dia e o catálogo inteiro: leituras, romaneios em fluxo, tags, locais e produtos cadastrados.
Tela de leituras do sistema, com quantidade esperada e quantidade lida por remessa
Cada remessa com a quantidade esperada e a quantidade lida, lado a lado — é aqui que a divergência aparece antes de virar discussão.

Nomes de clientes e locais ocultados nas imagens. O que é da sua operação não aparece na de ninguém.

Dois modelos de enxoval

Customizado ou pool

A escolha entre ter o seu enxoval ou usar o estoque compartilhado muda o preço — e muda o que a rastreabilidade faz por você.

Etiqueta PW RFID sendo costurada em uma peça branca, sob o pé da máquina de costura
A etiqueta é costurada na peça, não colada — por isso resiste ao ciclo industrial inteiro.

Customizado

O enxoval é seu, com o seu nome

As peças levam a identificação do hotel, da gestora ou do hospital e circulam dedicadas à sua operação. Custa mais, e entrega padronização de aparência, controle patrimonial peça a peça e o fim da mistura de enxoval entre clientes da lavanderia.

Pool

Estoque compartilhado, custo menor

O enxoval circula entre as operações atendidas: o que hoje está com você amanhã pode estar em outro cliente. É mais barato e é o modelo que boa parte dos hospitais escolhe justamente por isso. A rastreabilidade continua peça a peça — o que muda é a titularidade, não o controle.

Como se cobra

Cada segmento tem a sua unidade

Não existe um preço de tabela: existe a unidade de cobrança do seu segmento e o volume da sua operação.

Hotelaria e temporada — por peça

O padrão do segmento. Você paga pelo que circulou, e a contagem que fecha a fatura é a leitura do RFID, não uma estimativa.

Operação pequena — pacote mensal

Para quem tem volume menor, um valor fixo cobre até uma quantidade combinada de peças no mês; o que passar disso é cobrado por peça. O software controla a franquia e o excedente.

Hospitalar — por quilo

O padrão da saúde é peso, não peça. A pesagem é conferida dos dois lados e vem acompanhada da relação de itens lida na expedição — o quilo fecha a fatura, a leitura fecha a conferência.

A conferência do quilo

Zero mata zero

No hospitalar a fatura é por peso — e peso, sozinho, é fácil de discutir. Por isso a conferência acontece nos dois lados, e a peça entra na conta junto com o quilo.

Na saída, no cliente

  • A gaiola vai para a balança — integrada ao sistema, em mais de cinco modelos de fabricantes nacionais.
  • O peso é registrado — e, junto dele, a relação das peças que estão naquela gaiola.
  • Carrega e pesa, carrega e pesa, até fechar a remessa.

Na chegada, na lavanderia

  • A remessa é pesada de novo e lida de novo.
  • As duas pesagens e as duas leituras são confrontadas: zero mata zero.
  • Na devolução vai a relação impressa do que foi lido na expedição.

Mandou 3.000 peças, recebe 3.000 peças — com margem de 0,1%. Em quilos o retorno é menor, e isso é esperado: a roupa suja carrega umidade e sujidade que saem no processo. A norma considera normal um retorno entre 8% e 17% abaixo do peso enviado. O quilo fecha a fatura; a peça fecha a conferência.

Em lançamento

O mesmo leitor também faz o seu patrimônio

Quem já usa o módulo de rastreabilidade de enxoval habilita o inventário com uma assinatura adicional. Sem hardware novo, sem sistema novo, sem treinar a equipe de novo: é a mesma antena, a mesma leitura, as mesmas pessoas. Muda a etiqueta e muda a tela.

O que passa a ser rastreado

Televisão, frigobar, cafeteira, ar-condicionado, cama, guarda-roupa — tudo que é inventariável. No hotel e no apart-hotel é o mobiliário da unidade; no hospital, o equipamento que circula entre setores e costuma sumir do mapa quando muda de andar.

O que cada bem carrega

  • Descrição do item e o local onde ele deveria estar
  • Foto com geolocalização, quando você quiser registrar
  • Nota fiscal de compra
  • Depreciação mensal e anual, calculada

Por que isso importa: o enxoval é o que mais gira, mas não é o que vale mais. O mobiliário de uma unidade equipada passa de dezenas de milhares de reais, e quase nenhuma operação tem inventário confiável dele. Etiquetar custa fração do que está em risco — e uma televisão que some por ano já paga boa parte do controle.

Leitor RFID lendo itens em prateleiras, com a tela de inventário do sistema
O inventário do ambiente na mesma leitura: o que está conforme, o que está no lugar errado e o que não apareceu.

Módulo em lançamento. Fale com a gente para entrar na primeira turma e receber a data de liberação junto da proposta.

Da assinatura ao ciclo rodando

De 30 a 45 dias

  1. 1

    Dimensionamento

    Levantamos leitos ou unidades, giro e frequência de troca para definir a quantidade de cada peça.

  2. 2

    Etiquetagem

    Cada peça recebe a etiqueta eletrônica. No modelo customizado, entra também a identificação com o seu nome.

  3. 3

    Instalação e treinamento

    Leitores posicionados onde a peça se move, e a equipe treinada presencialmente — leva uma manhã.

  4. 4

    Operação

    Coleta e entrega na frequência combinada, com a leitura registrando cada movimento. De 30 a 45 dias do contrato ao ciclo rodando.

Dúvidas frequentes

O que perguntam sobre o catálogo

RFID é mais caro. Dá para alugar só o enxoval?

Dá. O RFID é um nível de controle, não uma condição para alugar. No nível digital você aluga o enxoval e registra a contagem no sistema em vez do papel — mais barato, e já resolve o romaneio rasurado. Quando a operação quiser a contagem automática, o RFID entra por cima, com o mesmo enxoval e o mesmo contrato.

Vocês alugam edredom, colcha ou protetor de colchão?

Não trabalhamos com esses itens — e nenhuma lavanderia do segmento trabalha. Cobertura, edredom, protetor de colchão, protetor de travesseiro e saia de cama ficam com o hotel. O que sai do padrão e a gente consegue avaliar é roupão e cobertor, mediante uma garantia mínima de lavagem por mês.

Por que o hospital recebe menos quilos do que mandou?

Porque o peso da roupa suja inclui umidade e sujidade, que saem no processo. A norma sanitária considera normal um retorno entre 8% e 17% menor em quilos — na prática trabalhamos em torno de 10%. Por isso o controle de verdade não é só o peso: junto com a entrega vai a relação impressa das peças lidas na expedição.

E as compressas?

Compressas não são alugadas nem processadas em lavanderia — é vedado pela norma sanitária. Se um fornecedor oferecer isso, vale desconfiar.

Preciso escolher entre customizado e pool na assinatura?

Não. Dá para começar por um e migrar, e há operações que usam os dois — customizado no que é sensível, pool no que é volume puro. O que muda é preço e velocidade de reposição.

Qual a frequência de coleta e entrega?

Diária ou três vezes por semana, conforme o giro da operação. A frequência entra no dimensionamento: quanto menor a frequência, maior o enxoval em circulação.

Quem paga a peça que some?

O contrato define uma franquia de evasão em percentual. Dentro dela, a perda é absorvida no contrato; acima dela, é do cliente. O percentual fica configurado no sistema, e a leitura mostra onde a peça parou de aparecer — que é o que torna essa conversa objetiva.

Etiqueta RFID sendo lavada sob água corrente na palma da mão
A etiqueta é feita para o ciclo industrial: aguenta a lavagem, a secagem e a calandra, do primeiro ao último uso.

Me diz o tamanho da operação

Quartos, leitos ou unidades, e a frequência de troca. Com isso a gente monta o enxoval, escolhe entre customizado e pool e fecha a unidade de cobrança.